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altD. António - Novo Bispo de Vila Real

Entrou no seu "REINO MARAVILHOSO"

Que seja feliz

ALMOÇO-CONVÍVIO ANUAL DOS ALUNOS QUE ENTRARAM NO SEMINÁRIO DE VILA REAL EM OUTUBRO DE 1952, 1953 E OUTROS QUE PRETENDAM COMPARECER.
LOCAL: ARGERIZ ̶ C.P.: 5445-012 ̶ RESTAURANTE DE FESTAS ̶ SITUADO NO LADO DIREITO DA ESTRADA À SAÍDA PARA VALPAÇOS
DATA: 28 DE SETEMBRO DE 2019 (sábado), a partir das 10h00

PROGRAMA PROVISÓRIO
10h00 Encontro no Miradouro de Argeriz, para admirar a paisagem circundante. À entrada da povoação para quem vem de Carrazedo e Ribas. Para recolher fotos da freguesia, de Valpaços e da Terra Quente Transmontana.
11h00 Missa na Capela da Sra do Pranto Junto ao cemitério e sede da Junta de Freguesia.
11h45 Boas-vindas aos participantes e apresentação de cumprimentos ao Presidente e Autarcas da Junta de Freguesia de Argeriz. Auditório da sede da JFA – À saída para as aldeias de Vale de Espinho, Midões e Avarenta.
Estacionamento no parque junto ao Cemitério, onde acontece anualmente a concentração e bênção dos tratores.
12h30 Intervalo para Leitura e aprovação da Acta do Almoço-convívio de 2018. Com escolha/designação do(s) encarregado(s) que vão organizar o almoço/convívio de 2020.
13h00 Almoço/convívio de 2019
Preço: 30,00€? Para saborear e conviver, no Restaurante de Festas de Argeriz, situado no lado direito da estrada, à saída para Valpaços.
Ementa: com entradas, 2 pratos, sobremesa, bebidas, café e..., a divulgar posteriormente.
15h00 Lançamento do II Volume do Memorial do Seminarista. Com intervenções de: Abel Moutinho, José Dias Baptista, Barroso da Fonte, demais co-autores e participantes.
17h00 Exposição de livros e outros artigos Para venda e compra de quem pretender fazê-lo.
18h00 Despedida (após frugal merenda?) Com votos de Boa Viagem e até breve!

I N S C R I Ç Õ E S
NOME Nº P TELEFONE EMAIL ou  Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar -tel.963961440

A felicidade está mais em dar do que em receber! .
Ao concluir-se a Vª etapa do projeto "Por mares dantes navegados" que nos levou, em dois grupos de 12 participantes cada, à missão de São José do Gungo, na diocese do Sumbe, Angola, recordo, com emoção e gratidão, as palavras de São Paulo, quando se despedia dos anciãos de Éfeso: «Em tudo vos demonstrei que deveis trabalhar assim, para socorrerdes os fracos, recordando-vos das palavras que o próprio Senhor Jesus disse: 'A felicidade está mais em dar do que em receber'» (Act 20,35).

No contexto dos Actos dos Apóstolos, 'fracos' são os pobres e os economicamente débeis, expressão adequada para caracterizar as populações das montanhas do Gungo, campo de trabalho pastoral e humanitária da missão Ondjoyetu, fruto de uma geminação entre as dioceses de Leiria-Fátima e do Sumbe.

A missão de São José do Gungo serve uma comunidade de aproximadamente 34 mil pessoas, dispersa pelas montanhas, em cerca de 80 aldeias, numa área de 2100 km2, maior que o território da diocese de Leiria-Fátima, com uma extensão máxima de 82 Km. Para fazer o caminho que vai do Sumbe à sede da missão, na Donga, uma distância de 130 km, são necessárias, pelo menos, 8 a 9 horas (seis e meia das quais para percorrer 50 km de picada)!

E dava por mim a contemplar a beleza daquelas paisagens e a simplicidade acolhedora daquele povo... e uma pergunta me trazia de volta ao seu quotidiano: quanto trabalho e dedicação, quantos obstáculos e resistências se tiveram de vencer para chegar aos limites da província do Cuanza Sul, entrar em relação com aquele povo para acolher e ser acolhido, e começar a fazer caminho com ele no meio das suas dificuldades e carências, mas também das suas alegrias e esperanças, fazendo-lhe sentir e acreditar que a boa e feliz notícia de Nosso Senhor Jesus Cristo é para eles e que eles mesmos são seus destinatários principais e protagonistas da sua Mensagem! É certo que a Missão é anterior à Independência e que, com a guerra, tudo se complicou...

Mas partir, nos anos noventa, com desejo de servir o Reino de Deus, ser conduzido àquelas paragens e aceitar as suas exigências, diz-nos da seriedade e radicalidade da entrega e da disponibilidade para servir em todas as circunstâncias... Ali, de pouco ou nada vale o gosto por actividades radicais, tão ao jeito da nossa cultura ocidental: os desafios daquele trabalho pastoral assumem outras proporções, pois não são a prazo nem têm horários, para depois se regressar à "zona de conforto".

Para trabalhar em tais condições não chegam voluntarismos e entusiasmos de momento ou de curta duração, são necessárias razões mais profundas! Só homens e mulheres tocados pelo Evangelho de Jesus poderão fazer suas as fragilidades daquele povo e, na simplicidade e entrega à causa do Reino, criar empatia com as pessoas, suscitar e entrar em relação com aquela 'juventude de diversas idades' para os servir na multiplicidade das suas carências e potenciar o seu crescimento humano e cristão.

A missão tem cerca de 80 aldeias; em 65 delas há centro de culto e quase todos têm oração comunitária diária; destes, mais de metade tem celebração dominical sem padre. Os centros de culto estão, por sua vez, organizados em 11 zonas pastorais, com os respectivos catequistas gerais e adjuntos e mais 45 catequistas locais.

Pelo trabalho pastoral ali desenvolvido, primeiro pelo P. Vítor Mira e agora pelo P. David Nogueira, acompanhados por muitas e muitos missionários, dou graças a Deus e peço a Maria que os proteja e conduza nos caminhos da Missão.

P. Armindo Janeiro
Missão do Gungo, Sumbe, Angola 2019

CONVÍVIO 2019
18 de Maio

Em 2005, com encontros fora do Seminário, começámos um novo ciclo por desejo e determinação de D. altJoaquim, Digno Bispo da Diocese, à data. Voltámos, desde então, à Casa Grande, em cada terceiro sábado do mês Maio.
Passados 14 anos voltámos á rua. Isto é: tivemos de celebrar a amizade num espaço diferente, na sala de um restaurante citadino. Por isso perguntamos: será que o ciclo acabou? Não acredito. Não desistimos, pois o Seminário será sempre o nosso meio aglutinador de lembrança, saudades, amizades e realizações, mesmo que um dia o seu destino ganhe outras funções. O Seminário não é só um edifício. O Seminário somos nós.
Este ano realizámos o nosso encontro no restaurante Quinta da Petisqueira, próximo do Hospital de Vila Real. A Eucaristia foi celebrada na capela da Imaculada Conceição, no Lar da Santa Casa da Misericórdia. As Florinhas da Neve deram o seu contributo entoando os cânticos eucarísticos. Tudo correu como prevíamos, com elevação e camaradagem. Destacamos as presenças de D. Amândio, dos padres Pinto Castro, Dias Gomes e Coutinho. Neste dia responderam positivamente cerca de noventa antigos alunos e familiares. Esteve também presente o Mons. Salvador Parente que nos fez a apresentação do livro Obras Musicais de Mons. Ângelo do Carmo Minhava, com edição de Mons. Salvador, a expensas suas.
Homenageámos mais um companheiro e dilecto amigo: Normado Valongueiro Machado. Sobre ele podemos dizer muitas palavras. De repente, lembramo-nos daquele famoso anuncia da pasta medicinal Couto: palavras, para quê? É um artista português e nosso. Tem estado sempre connosco para nos alegrar durante umas horas. O elogio foi dito pelo José Manuel Moura. A direcção promoveu-lhe uma surpresa, convidando a esposa, filha, neta, irmã e cunhado. Apanhado, o Normando que faz rir, encanta, distrai toda a gente desta vez não conseguiu segurar uma lágrima marota. Depois o convívio transformou-se numa tarde e noite de fados, convivio puro, como é habitual, regado e divertido.
Este encontro terminou, outro virá.
                                                                         António Mota Dinis do Vale